Palitinhos japoneses com 3 pernas

Se você achava complicado comer comida japonesa com apenas 2 palitinhos, tente com 3. Me ensine se conseguir!

via DannyChoo pelo Twitter

Como mandar seu filho para escola em 5 minutos

E pensar que eu levo no mínimo 1h pra sair de casa, e nem marmita eu preparo!

fonte > não salvo

Lavanderia do Yoshito

Estive me divertindo por um bom tempo assistindo aos fantásticos comerciais da Bom Bril, com Carlos Moreno como o garoto-progapanda tímido. Durante minha infância lembro-me de ter prestado toda atenção quando começava qualquer peça publicitária com o logo da Bom Bril ao fundo. O comercial do post é particularmente interessante por caracterizar o imigrante japonês, tal como é visto no Brasil.

Parece que por algum motivo obscuro o vídeo não pode ser transmitido fora do youtube, caso não consiga visualizar clique aqui para assisti-lo diretamente do site.

Luluzinha em Mangá… (novidade?)

Esses dias foi revelada a nova cara da Luluzinha, antiga concorrente da dentuça mais famosa do Brasil. A editora Ediouro estará lançando novas aventuras agora voltadas para o público adolescente. O diferencial aqui é a “mangalização” do gibi, que evidentemente segue a mesma tendência de Turma da Mônica Jovem.

Lulu-mangá

Não consigo me surpreender com essa notícia, embora seja uma surpresa. Talvez o que tenha mais me saltado aos olhos foi ver que Luluzina ainda vive. Faz um bom amontoado de anos que não a vejo mais. E pelo jeito a garota cresceu, virou moçinha e não quis mais saber de cabelos cacheados. Chapinha neles.

Diferente do que foi feito na Mônica, a Luluzinha mangá não preservou as principais características da personagem e, ao meu ver, só se sustenta pelo nome já conhecido. O legal é que dessa vez teremos histórias produzidas inteiramente por autores e artistas nacionais.

E quanto ao Bolinha? Será que ele desistiu de ser gordinho, entrou para uma academia e agora está bombadão? Tomou bola para ficar sarado e agora é conhecido como Bolão… rs. Isso eu queria ver!

fonte: Blog dos Quadrinhos

[C•N] Melancia para solteiros

Mais uma daquelas surpresas que fazem você parar e virar o rosto bruscamente para o lado, pensando “Mas que diabos?!”. Encontrei essa mini-melancia no supermercado onde faço compras, aqui perto de casa.

mini-melancia

A melancia cabe na palma da mão e custa “só” R$ 16,50 a unidade. Mulher bonita não paga…

Está certo que o Japão é famoso por miniaturizar tudo que encontra pela frente, mas pera aí! Até melancias? Com o verão chegando, a deliciosa fruta de caldo refrescante é objeto de desejo de muita gente sedenta. Como o povo por aqui mora sozinho e não tem marido, esposa, namorado, o jeito é apelar para os solteiros. Fiquei com vontade de comprar, mas dói um pouco no bolso. Fica para a próxima (vida).

Música brasileira é a mais tocada do Japão

Conheçam Carlos Rosman, músico brasileiro, líder da banda Serapis Bey e morador do Rio de Janeiro. Rosman esqueve esta quarta-feira em Tóquio para receber pelo sexto ano consecutivo o prêmio de Melhor Compositor Estrangeiro do Ano!

A música Zoom Zoom Zoom foi a mais tocada no Japão, seja em comerciais, karaokes, rádio, TV, enfim, a que mais faturou.  Muito dessa fama se deve aos comerciais da Mazda, que definiram essa música como trilha sonora desde 2000. Conheçam a peça publicitária do ano passado, 2008, que mexeu com a Japolândia:

Kao Rosman, seu nome artístico, não quis dizer quantos dígitos recebeu com esse prêmio, mas comentou que foi o suficiente para não precisar se preocupar pelo resto da vida. Disse que pretende investir em sua banda, a Serapis Bey, formada em 1977 e da qual nunca ouvi falar. Rosman diz já ter composto mais de 100 músicas para TV, comerciais e afins. Deve ser um dos muitos artistas que não conhecemos em nosso próprio país, mas que fazem sucesso no exterior. Zoom Zoom Zoom foi composta em 1995, portanto são 14 anos de vida!

Se eu fosse ter uma one-hit-band gostaria que meu hit fosse como Zoom Zoom Zoom, para não precisar mais me preocupar com grana o resto a minha vidinha… ai, ai, ai…

Leia mais no site da BBC Brasil

Maldito Jaspion

Agora eu sei por que eu falo tanto “maldito isso” e “maldito aquilo”… é tudo culpa do Macgaren!

via Sedentário

O cão mais leal do mundo

“Nos encontramos no Hachiko” talvez seja a frase mais comum entre amigos que marcam um ponto de encontro em Shibuya, bairro jovem, de lojas e bares de Tóquio. Pelo menos entre estrangeiros, a segunda mais comum talvez seja “O que é Hachiko?”.

Desde que cheguei na terra do sol nascente tenho me fascinado com estátuas antigas de samurais, ora trajados em imponentes armaduras, ora montados em elegantes cavalos. Todas elas com gloriosas histórias, como se espera de alguém que foi imortalizado num objeto de arte. Porém, imaginem minha surpresa ao constatar que a Hachiko que não é nada mais, nada menos do que a estátua de um cachorro.

Estátua de Hachiko

Muitos japoneses admiram a estátua, que é um dos pontos turísticos da cidade. É comum ver jovens estudantes e turistas posando para fotos com Hachiko. (foto minha)

Confesso que a primeira vez que cheguei ao famoso ponto de encontro, nem percebi que havia uma estátua ali, tamanha a concentração de gente. Haviam tantas pessoas que não dava nem para andar! Fiquei a imaginar por que marcar num ponto de encontro onde todo mundo marca. Não seria mais fácil combinar onde não tem ninguém? E também não entendi o motivo de ter de ser essa estátua do cachorro, sendo que há um monte de outras mais legais na região. Talvez  por ser kawai? (fofinho, os japas adoram). Depois de conhecer a história do cachorro, porém, entendi por que não existe lugar melhor para se encontrar alguém do que junto ao Hachiko.

Hachiko

Hachiko (lê-se ra, como em rato - ti - co) é o nome de um cachorro da raça Akita, típica do Japão, e que pertenceu a Hidesaburō Ueno, um professor da Universidade de Tóquio que se mudou para o bairro de Shibuya em 1924. Hachiko era muito querido pelo Professor Ueno e demonstrava seu afeto acompanhando todos os dias seu mestre até a estação de trem. No final da tarde, quando o professor retornava da universidade, Hachiko voltava e o esperava em frente a estação. Os dois então voltavam juntos para casa.

A rotina continuou naturalmente até maio do ano seguinte, 1925, quando Professou Ueno sofreu um ataque na universidade e faleceu subitamente. Não é difícil imaginar seu fiel cão, Hachiko, esperando seu retorno por horas em vão naquele trágico dia. Ele tinha 18 meses nessa época.

Depois da morte de seu dono, Hachiko foi confiado as outras famílias, amigos e parentes de Ueno. Aflito, ele frequentemente fugia à procura de seu dono.  Ao perceber que o professor já não estava mais na casa onde morava, Hachiko resolveu esperar em seu antigo ponto de encontro: em frente à estação de trem de Shibuya. E foi como a lenda começou.

Hachiko voltava pontualmente no mesmo horário que parava o trem que outrora trazia seu dono. Sentava-se à frente da saída e esperava seu dono surgir entre as centenas de pessoas que saíam dos vagões. Os dias foram passando, viraram semanas, meses e anos. Alguns passageiros que já conheciam a cachorro por tê-lo visto em companhia de seu dono foram tocados pela devoção de Hachiko e passaram a trazer alimento para consolar a espera que nunca teria fim.

E assim foi por 10 anos, até 8 de março de 1935, quando Hachiko finalmente não apareceu para esperar seu mestre, já que o havia encontrado no além-vida.

A história tocou o coração dos japoneses e Hachiko virou símbolo de lealdade, sendo usado como modelo para educar crianças em escolas. Graças a essa fábula verídica, os cães de sua raça, Akita, viraram febre no Japão e foram salvos de uma quase extinção. Um famoso escultor japonês ergueu o momumento em memória a tocante história de amor entre um cachorro e seu dono e a estátua de bronze é hoje um dos mais importantes pontos de encontro de Tóquio.

É uma história fascinante e que me inspirou a escrever um artigo na Wikipedia, que traduzi do inglês e que recomendo para quem quiser mais detalhes. Além disso encontrei um vídeo que resume toda a história numa riqueza imensa de detalhes. Vale a pena assistir (deixe os lenços de papel por perto)!

Já fazia tempo que queria postar essa história. Pelo menos antes da adaptação americana de Richard Gere. Até aprecio a consideração que Holywood teve pela história do cachorrinho, que já tem mais de 70 anos. Prefiro não pensar que fizeram só por causa da crise de roteiros originais e esperar que eles não estraguem tudo. Eu realmente sou apaixonado por essa história e acho que tem mesmo que espalhar para o mundo todo.

Image Hosted by ImageShack.usCuriosidades: A estátua original foi derretida para abastecer as fábricas balísticas durante a Segunda Guerra Mundial, a atual foi refeita a partir do molde da antiga. Os restos mortais de Hachiko foram empalhados e podem ser vistos no Museu de História Natural em Ueno. Porém, sua carne foi cremada e enterrada junto com seu querido mestre e jaz no requintado Cemitério de Aoyama.

Spoiler do filme: A história se passa em Connecticut dos dias atuais e o cão, chamado apenas de Hachi (o “ko” no japonês tem o sentido de “pequenino”) é trazido do Japão. Abandonado nas ruas, logo é adotado por um professor chamado Parker (Gere) e os dois se tornam grandes amigos. Há boatos que o ator japonês Ken Watanabe (de “Último Samurai”) apareça no filme.

Para assistir: O filme “original” japonês se chama “Hachiko Monogatari” (A história de Hachiko) e é de 1987. As cenas do vídeo do post foram retiradas desse longa. Se procurar bem, pode-se encontrar na internet… atchimm!!!

links: wikipedia, japanprobe, hachiko movie, findagrave

Nikeis são preferência de assaltantes em Sampa

Eu sempre desconfiei, mas agora vendo a notícia no Jornal Estado de São Paulo tenho certeza que os bandidos me adoram. Apesar de nunca ter feito parte da “classe média alta”, seja lá o que isso for, desde que me tenho por gente eu sofro na mão de pivetes, drogados, bandidos armados e afins. Tenho dente lascado por causa de briga com trombadinha, já apanhei e já bati também e tive a inesquecível experiência de ter tido uma arma apontada para a minha cabeça durante um assalto.

Com a volta dos descendentes de japoneses à cidade, acredito que tipos como eu só vão ficar mais apetitosos, já que esses sim terão dinheiro para entregar a essa corja covarde. Japoneses e orientais em geral têm a imagem de serem inteligentes e máquinas de fazer dinheiro, agora pelo menos a última parte está sendo comprovada com a volta dos dekasseguis. Segue matéria do Estado de SP (clique para ler tudo):

Os mais vulneráveis a roubos na cidade de São Paulo são homens, com menos de 40 anos, de classe média alta, brancos ou de origem oriental, que vivem em apartamentos, trabalham ou estudam, moram na região noroeste ou sudeste da cidade, frequentam bares e casas noturnas. Essa preferência dos ladrões faz ainda um descendente de japoneses, com idade entre 20 e 39 anos e renda de 10 a 20 salários mínimos, ter 50 vezes mais chances de ser de assaltado do que uma mulher negra, evangélica e moradora de um conjunto habitacional.

Quem está pensando em voltar pro Brasil, seja a férias ou definitivamente, e pretende passar/morar em São Paulo, tenha muito cuidado. Principalmente quem ficou muito tempo no Japão, que é um país ultra-seguro. Pra quem mora em Sampa não preciso falar nada, mas vale reforçar: cuidado, tenha um olho na nuca moçada.

Colaboração de Fernando Hatsumura, por e-mail

Muscle March

Depois do sucesso do Wii-fit entre as mulheres, a Nintendo está lançando mais um jogo na onda “divirta-se exercitando o corpo”.

Vou pensar duas vezes antes de ir visitar amigos que tenham Wii…

via: Blog do Cardoso