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Aos pés de Gundam

31 ago

Sabe aquele olhar de criança quando vê um boneco do seu personagem de desenho animado favorito pela primeira vez? Naquela tarde era só isso que se via nos olhos de centenas de pessoas na exposição do robô gigante Gundam, em Odaiba, ilha artificial de Tóquio.

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Contemplem o que uma empresa japonesa de brinquedos pode construir

Não importa se você conhece ou não o famoso robô-soldado criado no fim da década de 70, não há quem não admire a imponência de um boneco de 25 metros de altura. E eu estando no Japão, não tive como deixar de ir conferir essa maravilha do mundo otaku (nerd). Afinal, que outro lugar do mundo isso poderia acontecer?

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O famoso personagem da linha de brinquedos Gundam, da Bandai, completou 30 anos. Em comemoração várias empresas, juntamente com a prefeitura de Tóquio, organizaram um mega evento para celebrar e promover o mais que famoso robô (dê uma volta por Akihabara que você entenderá). A festa também serviu para conscientizar as crianças (mesmo das de mais de 40 anos) de que é importante ter paz e proteger a natureza. Isso vindo de um robô militar do tamanho de um prédio me soa como um bom conselho a se seguir.

Esse vídeo mostra bem como era o clima do evento

O melhor é que o evento foi de graça. Sim, nem um mísero iene foi cobrado para poder olhar de boca aberta o herói da infância de milhões. E havia shows ao vivo, exposição de fotos, brinquedos e comida! Claro que isso você tinha que pagar, mas não era um preço abusivo.

ShigueS leu Gundam há mais de 10 anos atrás(!)

ShigueS leu Gundam há mais de 10 anos atrás(!)

Definitivamente um dos melhores eventos que fui esse ano. Pena que ontem foi o último dia para ver o Gundam. Quem perdeu, perdeu. Agora só no próximo aniversário. Se no de 30 já fizeram um robô pra lá de convincente, no de 40 eles vão fazer o robô andar e soltar raios laser dos olhos!!!

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A noite é que começa o show!

Todas as imagens, incluindo o vídeo, foram produzidas por Shigues. ; )

Curiosidade: Odaiba é uma das muitas ilhas artificiais do Japão e sua base foi construída de LIXO. Apesar de toda sujeira por baixo da ilha, Odaiba é considerada “cool” e abriga muitos hotéis de luxo e prédios suntuosos (fora escritórios de design). Eu pensava que era uma maravilha do mundo moderno, mas na verdade foi construída em 1853!

Se quiser ver fotos tiradas com uma câmera de verdade por um fotógrafo de verdade, acesse esse link.

Baladas de Tóquio

18 set

Shibuya é um dos lugares mais badalados da noite na capital, só de ver essa foto já dá vontade de trocar de roupa e ir para lá, não é?

Certa vez ouvi de uma amiga que havia retornado de fora a pouco tempo, a Rê, que as músicas que tocam nas baladas no exterior são diferentes das do Brasil. Algumas músicas fazem sucesso tempos depois, outras não chegam nem a tocar. Não sei quais são as músicas que estão nas paradas das noitadas brazucas, mas aqui no Japão já percebi que há algumas figurinhas carimbadas que não podem faltar em balada alguma.

Fiz uma seleção com as músicas que martelam sem parar na night de Tóquio. Aconselho ouvir enquanto se lê o restante do post. Já aviso que eu curto mais as lentinhas, aquelas que todo mundo dança devagarzinho… sabe?

Vista do 42º andar do mado-lounge em Roppongi-Hills, o supra-sumo das baladas em Tóquio.

Quem me conhece sabe que eu nunca gostei de R&B, aquele estilo musical típico dos guetos negros americanos. Porém, para meu espanto, no Japão só se toca isso. Em todas as festas que fui o estilo Hip-hop e outros genéricos similares dominaram as pistas. Para não dizer que é 100%, geralmente se tem 2 pistas de dança num recinto que se preze: uma para música eletrônica (house, trance, dance e outros que não consigo diferenciar), e outra para R&B (ou, como carinhosamente classifico, música de negão*). Não preciso dizer que as de música eletrônica ficam quase vazias, enquanto nas de R&B não dá nem para entrar.

PORÉM, graças a momentos marcantes na minha vida, aos poucos venho simpatizando com esse estilo que foi feito para dançar, curtir e se divertir muito sem se importar com que pensam os outros. Tudo começou com os hits do Black Eyed Peas, passou pelas musas negras dos vídeos-clipes para, depois, no ritmo da noite, pegar gosto geral pela coisa. Ultimamente tenho ouvido um monte de black music e estou achando demais.

Para fechar o post, um vídeo clipe com uma das minhas músicas prediletas das pistas de dança: Because of you, do artista Ne-yo (até o nome do cara me lembra essa mistura de negro com japa).

Agora, só não esperem que eu vá me encher de correntes e me vestir com roupas que cabem 2 de mim dentro. Ainda virá o dia que eu deixarei meu all-star de lado para usar um air-pump de basquete. Acredito que deva ser um choque para o povo que conhece meu gosto musical, mas eu tenho minhas desculpas. Basta uma ou duas noites aqui para descobrir…

*Antes que me acusem de ser racista ou algo do gênero, saibam que isso não tem nada a ver. Basta ver um clipe qualquer de R&B para ver que só tem negões gigantes balançando aqueles braços marombados. E os negros que moram em Tóquio (sim, e são muitos!) são MONSTRUOSOS, tipo 3m de altura.Os caras metem medo em qualquer pitbull por aí, fora que a maioria deles vem da África mesmo, o que deve torná-los ainda mais fortes (já experimentou comida africana? Eu comi uma vez e passei 3 dias sem precisar me alimentar). Mas se você chegar para bater papo vai ver que a rapaziada é tudo gente boa, muito alegres e amistosos. Isso se você não amolar muito, claro.

Morte à espreita

8 jun

7 mortos e 10 feridos em Akihabara

Suspeito de 25 anos alugou caminhão em Shizuoka com a intenção de atropelar e matar qualquer pessoa

Akihabara, um dos centros nervosos de Tóquio teve sua rotina alterada repentinamente pelo que, ao primeiro instante, pareceu ser um sério acidente de trânsito. Um caminhão de 2 toneladas atropelou várias pessoas que faziam compras na famosa Avenida Chuo, que aos domingos é fechada para receber compradores. Kato Tomohiro saltou logo em seguida do veículo e se postrou sobre 3 dos acidentados, desferindo-lhes inúmeras facadas. Depois, alheatoriamente, atacou transeuntes que estavam próximos ao local. Das quase 20 vítimas, 7 morreram, sendo 6 delas homens de idades 19, 20, 29, 33, 47 e 74 anos. A vítima feminina tinha apenas 21 anos e estava acompanhada do namorado.

Vim a Akihabara para matar pessoas. Estou cansado do mundo. Qualquer um bastaria, vim sozinho

Akihabara fica perto de casa, menos de 15 minutos de trem. É considerado o bairro dos otakus (nerds) por reunir as últimas novidades em mangás, anime, games e eletrônicos em geral. Há até um local que tem o nome de “Electric Town” por concentrar inúmeras lojas de periféricos e produtos eletrônicos. Tenho ido passear por lá quase todo final de semana desde que me mudei. Hoje enquanto voltava das compras em Shibuya vi no noticiário dentro do trem o que havia acontecido. Essa horrível notícia que me fez relembrar aquele medo que era constante enquanto estava no Brasil: o de que eu poderia me tornar vítima a qualquer instante.

O Japão é um país muito seguro, talvez por ter resolvido grande parte do seus problemas socio-econômicos. Os japoneses não têm a necessidade de roubar, raptar e cometer crimes para se manter, como é comum em países mais pobres. Por outro lado, notícias como essa recentemente tem se tornado comuns. Jovens transtornados que matam por tédio. De uma forma ou de outra, a violência é algo que não consigo compreender, seja qual for o motivo. Imagino quantas pessoas irão passar a noite em pranto e sofrimento por conta de um ato delinquente de um jovem que deveria estar sonhando e não causando pesadelos.

fonte: Japan Times

Tokyo Anime Fair 2008

5 mai

O meu primeiro final de semana em Tóquio coincidiu com um programão que ocorreu não muito longe de onde eu moro. O Tokyo Anime Fair é o maior evento do mundo no setor de animes e tudo relacionado a mais esse ícone japonês. Foram mais de 126 mil visitantes na feira que durou 4 dias, sendo o primeiro fechado à imprensa e empresários da área.

Não é nenhuma locação de Babylon 5, é “somente” o Tokyo Big Sight, local onde ocorreu o evento

Fui pego meio que de surpresa, enquanto trabalhava um colega soltou “está tendo um festival de anime, tá sabendo?“. Isso foi no sábado à tarde, no domingo lá estava eu, de mala e cuia procurando o tal Tokyo Big Sight, o maior pavilhão de eventos de Tóquio. Não foi muito difícil encontrar uma vez que ele mais parecia uma nave extraterrestre pousada sobre o porto da cidade. O pavilhão em si é um show à parte.

Conheço gente que ia ficar louca só de ver essa arquitetura alienígena de perto. Eu mesmo fiquei enbasbacado quando cheguei mais perto. Repare no tamanho da bagaça!

Realmente o lugar é gigante, depois que eu passei da entrada ainda andei uns 5 minutos até o pavilhão onde ocorria o festival. Devia ter algum outro festival acontecendo ao mesmo tempo por que tinha muita gente. Quando cheguei já passava das 14h e haviam algumas pessoas esparramadas pelo chão em frente à entrada. Achei engraçado pois me lembrou muito os festivais que tem no Brasil. Até mesmo o tipão otaku é parecido.

Já mencionei 126 mil pessoas? Os números não impressionam muito, mas quando se vê o que eles realmente representam…

Depois de desembolsar mil ienes e comprar um guia de 500, fui adentrando no recinto. Estilo trem de Tóquio, esbarrando em todo mundo. Já na porta vi várias miniaturas de animês que curto pacas e de muitos outros que conheço apenas pelo desenho (nunca pelo nome).

Sempre é legal ver os personagens dos quadrinhos/animação materializados no mundo real com o máximo de fidelidade.

O mais interessante é que haviam muitas pessoas na casa dos 20 a 30 anos. Se pensar como no Brasil onde desenho animado é coisa de crianças, no Japão isso também é o contrário. Estava uma algazarra, música tocando de tudo que é lado, gritos, explosões e as famosas meninas fazendo promoção te enchendo de tranqueira. A cada estande que eu passava, perdia uns bons 10 minutos vendo nas estandes sonhos de consumismo nerd.

Eu fico imaginando se teria coragem de brincar com uma coisa dessas. Ou pior, dar de presente pro “júnior” se distrair um pouco

Haviam também sessões de cinema com pré-estréias de séries e OVAs, tudo dentro do preço de entrada. Para os animês mais concorridos não dava nem para se aproximar das salas, tamanha a fila. Apesar de ter ido pelas animações, o que mais me chamou a atenção foram os brinquedos. Todos muito bem feitos e estilosos, fiquei imaginando muitos deles na minha prancheta de desenho. Ia ser o máximo… se eu tivesse uma.

Apesar do nome pornográfico, vocês não imaginam o quanto eu me segurei para não comprar as estátuetinhas do Tintim! Um dos primeiros quadrinhos que li na vida.

Foi muito legal ver meus heróis do oriente em suas versões mais recentes e originais, muito diferente daquela sensação de contrabando que tinha no Brasil. Quando emprestava VHS dos meus amigos para assistir desenhos que já estava velhos por aqui.

Blade é dos meus mangás preferidos sobre samurais, pelo preço dá pra se ter idéia do prejuízo que se pode ter se você for um nerd descontrolado. Eu não comprei nada. Olha que exemplo… estava sem grana :P

Como era o último dia e o tempo estava meio corrido não tirei muitas fotos. Haviam muitos artistas independentes por lá expondo seus trabalhos e distribuindo cartões de visita. Fiquei maravilhado com a humildade desses jovens talentos da animação, especialmente pelo alto nível de habilidade comprada pelos belíssimos trabalhos. Alguns eram meio loucos é verdade, mas faz parte!

Essa artista ficava rabiscando todo seu estande durante o evento, nas mesas seus scketch books fabulosos podiam ser folheados um a um. Achei uma forma muito original de passar o tempo ao mesmo tempo que demonstrava sua capacidade criativa. Afinal quem sabe faz ao vivo!

Foi realmente revigorante ter participado do evento, vi muitas animações experimentais, muita coisa nova. Produtos, brinquedos, um monte de coisa relacionada à minha paixão. Fiquei me imaginando como um artista expondo por ali também. Quem sabe no futuro… depois que dominar os kanjis da vida.

Arte original de um dos artitas de “Meu vizinho Totoro”

Para quem quiser mais detalhes estou colocando um vídeo bem bacana que encontrei na internet falando da feira e dos próximos lançamentos em anime para o futuro não muito distante. O vídeo é em inglês e tem aproximadamente 13 minutos. Se não tiver saco tempo para ver tudo, veja apenas o começinho que vale a pena!

Não percam esse vídeo, dá para se ter uma boa idéia de como foi o evento e ainda a agenda de lançamentos para 2008.

Teve gente que nem deu bola pros animes, ficou só tirando foto das garotas. E olha que não era qualquer câmera não, eram aquelas gigantescas todas equipadas. E eu com meu celularzinho…

Muitas modeletes bonitas vestindo roupas tipo sex-shop ficavam entregando um monte de tranqueira para os otakus que passavam. Bem que eu queria ter tirado mais fotos para postar aqui, mas meu celular quebra-galho não é muito apropriado para o nível de detalhe que estava buscando. Se você também curte essas japinhas vestidas de cosplay visite essa galeria.

Para quem curte as famosas bonequinas de personagens de anime em miniatura dê uma olhada nesse link com algumas fotos. Tinha muita boneca por lá… algumas distribuindo panfletos e outras dava até para comprar!

Para ver mais fotos do evento clique aqui.

Fontes: AnimeNewsNetwork, Dannycho.com,

Vagões para Mulheres – Eles existem!

1 mai

Num dia qualquer, depois de um árduo despertar, eis que me encontro parado na plataforma de embarque a esperar meu trem como de costume. Sem novidades ele chega LOTADÍSSIMO com japas saltando pelas janelas. Como eu pego o sentido bairro-centro na hora do rush eu sempre me estrepo para entrar nos vagões. Não tenho muita intimidade com os japoneses para entrar já encoxando a galera na maior (ao contrário deles).

Como sou muito atento, não reparei no singelo adeviso dizendo “Mulheres Apenas” na plataforma. Pior que como estava escrito até em inglês nem deu pra disfarçar e fazer aquela cara de “mas eu não entendo kanji!”

Bem, eis que nesse belo dia, como todos os outros, estou a procurar uma brecha para entrar no trem. Na hora que ele vem parado eu aproveito para ver qual porta está menos estufada de gente, e encontro. “Opa, um vagão quase vazio!” logo pensei mal contendo a emoção.

Além do sutil adesivo de 2x3m rosa-choque colado em frente a porta do trem eu também não notei que só haviam mulheres por todos os lados (talvez tenha pensado que ainda estava sonhando) 

Todo eufórico da corrida para pegar o vagão premiado, fui adentrando no recinto sagrado feminino sem me dar conta que era o único homem ali. As mulheres gentilmente se desviaram da entrada permitindo minha rápida entrada e acomodação em um dos apoios do trem. Notei alguns olhares curiosos de algumas moças, mas pensei que devia ser meu charme aterrador que lhes despertara a atenção. Isso durou 20 segundos.

Enquanto me encontrava no paraíso muçulmano tentava decifrar o adesivo em minha frente escrito em japonês, a frase “Não perdoe os maníacos” me chamou a atenção que algo não estava harmônico na minha presente situação

De repente, foi como naqueles filmes onde todas as peças se encaixam subitamente, resolvendo todo o mistério da trama. Flashes de memória mostravam o adeviso pink escrito “apenas mulheres“, os estranhos olhares a mim dirijidos pelas moças, mais adevisos pink pelo vagão onde estava, a imagem do maníaco da impressão a minha frente… tudo fez sentido e eu entrei num breve choque para depois saltar às pressas para fora do vagão antes que a porta se fechasse. Puts! Que vexame!

Esse é o trem que pego num dia “tranquilo”. Não é de se estranhar que tenha tantos ataques de pervertidos, o bate-coxa é praticamente impossível. Por isso na hora de embarcar procure ficar perto das japinhas ter muito cuidado!

Eu já tinha ouvido falar desses vagões exclusivos, mas nunca tinha visto de verdade. Como agente ouve muita lenda hoje em dia, eu só acredito vendo. Pois é, aí está uma prova real que eles existem mesmo. Estou falando dos pervertidos japoneses, claro. Se não houvessem tantos casos não precisaria ter um vagão assim.

Aliás, é por isso que até os celulares japoneses emitem um efeito sonoro bem alto e característico quando batem foto. Imaginem um estrago se um desmiolado armado com um celular com câmera 5.1 megapixel embutida do tamanho de um maço de cigarros numa estação do metrô?

Gostaria de deixar claro que essa foto foi tirada apenas para carácter ilustrativo e não faz parte de um acervo de imagens voyeuristas que coleciono.

Shigues goes TOKYO!

3 abr

Não sei se alguém percebeu a mudança no blog, principalmente na foto do header. O novo visual é para comemorar a nova fase da minha vida: TOKYO! Agora minha nova e definitiva casa no Japão (se Deus quiser).

Shigues goes TOKYO!

Não dá pra descrever a sensação de finalmente poder dizer que moro na capital japonesa. Para mim é a realização de um sonho que começou lá na tenra idade, enquanto assistia à Spectre Man e outros seriados japoneses como Jaspion sempre mostrando Tóquio como o centro do Japão e do mundo. Depois com animes, mangás e toda aquela tralha que criança adora martelando na minha sub-consciência a fascinação pela metrópole só aumentou.

Oficialmente moro em Tóquio desde o final de março, no momento em que escrevo esse post completa-se exatamente 2 semanas que vivo na metrópole, estou adorando poder andar pelas ruas e ver gente de novo. Apesar de ser paulistano e estar acostumado com trânsito, metrô lotado e multidões nas ruas todas as manhãs, fico maravilhado com todo o movimento daqui. Realmente há muita gente indo e vindo, estima-se que 8 milhões de pessoas vivam dentro da área metropolitana de Tóquio. Nesse total soma-se ainda 2,5 milhões de transeuntes que vêm à cidade, estudantes e trabalhadores assalariados em sua maioria.

Outra grande novidade é que estou de emprego novo! Depois de viver com o cinto apertado por 6 meses no interior do Japão, eis que posso agora colher um pouco dos frutos desse esforço com um bom serviço. É uma empresa de telefonia e o cargo é na minha área de formação. Poderei dar continuidade à minha carreira como designer e de quebra ainda vou continuar com os estudos da língua japonesa.

A Brastel é uma empresa formada em 1996 por dois nikkeis brasileiros e que atende o mercado de telefonia voltado à estrangeiros vivendo no Japão e em mais de 10 outros países no mundo todo.

Por conta dessa novo estilo de vida e rotina os posts estão meio curtos e mais escassos (ainda). Peço desculpas a todos e prometo que estarei me esforçando para relatar todos os acontecimentos marcantes dessa nova fase da Viagem.

Não percam nos próximos posts: COMO É VIVER EM TÓQUIO! Acordar, pegar metrô, trabalhar, comer, sair e, é claro, se divertir!

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